A ERA DA TECNOLOGIA E O LIXO ELETRÔNICO

 

A ERA DA TECNOLOGIA E O LIXO ELETRÔNICO pode ser tema de uma monografia na área de informática.

A revolução tecnológica empregada rapidamente nos últimos cinqüenta anos produziu inúmeros equipamentos em larga escala com variadas utilidades. Dentre eles podemos destacar: os televisores, celulares, telefones, computadores, filmadoras, computadores, mp3player, ipod, entre outros, criados para facilitar nossa vida, mas que, atualmente, são facilmente substituídos por se encontrarem obsoletos ou, ainda, em virtude da inviabilidade em consertá-los posto que um aparelho novo custaria, em geral, mais barato.

Desta forma o crescimento do chamado lixo eletrônico é evidente e engloba vários tipos de dispositivos, sendo compostos por eletrodomésticos de grande porte às peças pequenas como celulares e as contidas em computadores.

A necessidade de discussão sobre os problemas ambientais causado pela industrialização obrigou a criação de iniciativas voltadas à reciclagem, porém pouco se fala a respeito de reciclagem de equipamentos principalmente eletrônicos, apesar de que atualmente “o lixo eletrônico constitui o problema de coleta de resíduos de maior crescimento do mundo” (SOMMER, 2005).

Para Doyle (2007) o lixo eletrônico produzido mundialmente deve, em breve, atingir a marca dos 40 milhões de toneladas anuais.

Pelo exposto faz-se necessária a implementação de programas voltados à reciclagem desse tipo de lixo, a exemplo da reciclagem do lixo doméstico que já é empregada significativamente em diversos países, inclusive no Brasil.

Apesar das observações anteriormente levantadas, a maioria da população não tem a consciência de que estes componentes podem ser reciclados e acabam depositando os mesmos no lixo comum. Este hábito é muito corriqueiro na sociedade brasileira que tem o costume de jogar no lixo todos os objetos inutilizados sem discriminação e sem atenção aos possíveis impactos que estes produtos podem causar ao meio ambiente e à saúde do homem. Ao perigo do lixo eletrônico depositado junto as cestas de lixo é grande, como comenta Fruet (2000):

Citação Lixo Eletrônico: o perigo de lançar materias tóxicos no lixo

Leigos podem imaginar que a solução estaria em incinerar o lixo eletrônico. Porém, Doyle (2007) nos lembra que a incineração de alguns equipamentos eletrônicos, tais como fornos de microondas, baterias, copiadoras ou secadores podem liberar toxinas.

Assim, acreditamos que cabe ao estado uma maior preocupação sobre o assunto, devendo investir em políticas de esclarecimento e incentivo à população para que esta possa, assim, atuar de maneira plena e consciência, destinando corretamente seu lixo eletrônico para que este possa ser devidamente reciclado.

Isto posto, vemos que a matéria a Era da Tecnologia, e em particular A ERA DA TECNOLOGIA E O LIXO ELETRÔNICO, pode ser amplamente explorado numa monografia.

 

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DOYLE, Alister. Nova aliança para combater as montanhas de lixo eletrônico. Reuters, 2007. Disponível em: . Acesso em: 17 Out 2010.

FRUET, H. Lixo eletrônico. ISTO É. São Paulo, n. 1587, mar. 2000.

SOMMER, M. 2005. O lado obscuro do lixo eletrônico. Disponível em: http: //www.tierramerica.net/2005/0402/pgrandesplumas.shtml . Acesso em: 10 set 2010.

Autor: Trabalhos Monográficos